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	<title>MOFOBlog</title>
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	<description>O Blog que tira o MOFO do ROCK</description>
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		<title>Paul Di&#8217;Anno no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 00:33:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Paul Di&#8217;Anno, vocalista original do IRON MAIDEN, estará no Rio de Janeiro na próxima quinta, dia 26.
Confirma detalhes sobre o show:

Além do Rio, Paul Di&#8217;Anno estará em turnê pelas seguintes cidades brasileiras:
﻿﻿AGOSTO
27, sexta &#8211; Pouso Alegre/MG @ Clube de Campo Fernão Dias (at Triumph of Metal Fest)
28, sábado &#8211; Cachoeiro do Itapemirim/ES @ Pavilhão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong>Paul Di&#8217;Anno, vocalista original do IRON MAIDEN, estará no Rio de Janeiro na próxima quinta, dia 26.</p>
<p>Confirma detalhes sobre o show:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="cursor: -moz-zoom-in;" src="http://lh5.ggpht.com/_iNBQUmomny0/THMSuJpJ1dI/AAAAAAAAAHs/jfMW97aZh34/s512/paul%20orkut.jpg" alt="http://lh5.ggpht.com/_iNBQUmomny0/THMSuJpJ1dI/AAAAAAAAAHs/jfMW97aZh34/s512/paul%20orkut.jpg" width="526" height="745" /></p>
<p>Além do Rio, Paul Di&#8217;Anno estará em turnê pelas seguintes cidades brasileiras:</p>
<p><strong>﻿﻿AGOSTO</strong><br />
27, sexta &#8211; Pouso Alegre/MG @ Clube de Campo Fernão Dias (at Triumph of Metal Fest)<br />
28, sábado &#8211; Cachoeiro do Itapemirim/ES @ Pavilhão de Eventos Ilha da Luz<br />
29, domingo &#8211; Juiz de Fora/MG @ Cultural Bar</p>
<p><strong>SETEMBRO </strong><br />
02, quinta &#8211; São Paulo/SP @ Manifesto<br />
03, sexta &#8211; Leme/SP @ TBA<br />
04, sábado &#8211; Novo Horizonte/SP @ Experience Rock Bar<br />
05, domingo &#8211; Sorocaba/SP @ Plaza Hall<br />
06, segunda &#8211; Santos/SP @ TBA (com Velhas Virgens)<br />
07, terça &#8211; Guarulhos/SP @ Rancho (com Shaman e Bittencourt Project)</p>
<p>Produção: <a title="Abstratti" href="http://abstratti.com.br/site/" target="_blank">Abstratti</a></p>
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		<title>[Resenha de Show] UFO em São Paulo (26/05/2010)</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jun 2010 18:15:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[(por Luiz Felipe Freitas, a Enciclopédia do Rock)

Após 41 anos de carreira e 20 álbuns de estúdio, o UFO finalmente veio ao Brasil para quatro shows, em quatro dias. Tive a oportunidade de presenciar a primeira apresentação, em São Paulo. Depois a banda seguiu para Goiânia, Belo Horizonte e Recife.
Antes de falar do show, gostaria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>(por Luiz Felipe Freitas, a Enciclopédia do Rock)</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://webarchive.org/imagens-m/shows/ufo_sp_2010/005.jpg" alt="" width="400" height="267" /></p>
<p>Após 41 anos de carreira e 20 álbuns de estúdio, o UFO finalmente veio ao Brasil para quatro shows, em quatro dias. Tive a oportunidade de presenciar a primeira apresentação, em São Paulo. Depois a banda seguiu para Goiânia, Belo Horizonte e Recife.</p>
<p>Antes de falar do show, gostaria de parabenizar os promotores que conseguiram trazer essa respeitável banda para uma turnê brasileira (não foram a nenhum outro país da América Latina). A lamentar apenas a não inclusão do Rio de Janeiro no circuito, que também não viu ZZ Top, nem Aerosmith (de novo!). Assim como fiz no review do Doogie White, não posso deixar de criticar o estado lastimável que se encontra a cena rock n’ roll do Rio.</p>
<p>O jeito foi mentir pra chefe, faltar o trabalho e pegar a ponte aérea pra São Paulo. Chegando à casa de show (o bom Carioca Club, vejam só que ironia!), uma fila considerável já estava formada, aguardando a entrada dos portões, que aconteceu no horário marcado. Segundo informações pela internet, um público de cerca de 1.200 pessoas compareceram.</p>
<p>O UFO abriu o show com a porrada ’Let it roll’, seguida de ‘Mother Mary’, ambas do álbum Force it (1975). Depois vieram com uma do penúltimo álbum (You are Here, de 2004), ‘When daylight goes to town’, boa música, mas que não empolgou a maioria, ávidos pelos clássicos depois de tantos anos de espera. Voltando à década de 70, a banda mandou uma bela sequência: ‘Out in the streets’ foi muito bem executada, onde Paul Raymond pôde mostrar o porquê da inclusão de um tecladista a partir de 1976. ‘This kids’ e ‘Cherry’ mostraram uma banda bem entrosada, preparando o terreno para o primeiro grande hit da noite ‘Only you can rock me’.</p>
<p>A turnê é do (muito bom) álbum ‘The Visitor’, representado pela faixa ‘Hell driver’. Em outros shows dessa turnê, eles vinham tocando ‘Saving me’ e ‘Stop breaking down’, o que não aconteceu no Brasil, infelizmente. O épico ‘Love to love’ levou o público ao delírio, cantando junto com Phil Mogg. Aliás, como está cantando esse senhor de 62 anos!</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://webarchive.org/imagens-m/shows/ufo_sp_2010/008.jpg" alt="" width="400" height="267" /></p>
<p>A última surpresa da noite ficou por conta de ‘I ain’t no baby’, música menos comum nos shows. Daí pra frente, só os clássicos que fizeram a platéia pular e cantar ao som de ‘Too hot to handle’ e ‘Lights out’. No bis, as duas representantes do Phenomenom (1974), ‘Rock Bottom’ e ‘Doctor doctor’, esta última usada há alguns anos pelo Iron Maiden antes de apagar as luzes para o início do show.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://webarchive.org/imagens-m/shows/ufo_sp_2010/007.jpg" alt="" width="400" height="267" /></p>
<p>Por fim, tenho que mencionar e parabenizar o baterista Andy Parker, da formação clássica da banda, visivelmente satisfeito por estar ali. Se a idade se faz visível na aparência de Phil Mogg, o mesmo não se pode dizer da sua voz. Depois desse show, reforço a minha opinião de que Phil Mogg é um dos maiores vocalistas em atividade, e um dos mais subestimados também. Vinnie Moore caiu como uma luva na banda, para assumir o posto consagrado por Michael Schenker. Os últimos três álbuns de estúdio com ele deram novo ânimo para a banda, ainda que em minha opinião, ao vivo, ele exagere no virtuosismo em alguns momentos. O baixista improvisado, Rob De Luca, que esteve aqui recente com Sebastian Bach, foi competente, assim como o figuraça Paul Raymond.</p>
<p>Grande show, de uma grande banda pouco conhecida por aqui, mas que influenciou uma série de outras bandas, principalmente o movimento NWOBHM. Pelo que mostrou, a banda pode lançar mais alguns álbuns e quem sabe, voltar ao Brasil. Ficarei na torcida.</p>
<p>Acesse também:</p>
<p><a href="http://twitter.com/mofodeupedia" target="_blank">Twitter da Enciclopédia do Rock</a></p>
<p><a href="http://www.mofodeu.com/?tag=ufo" target="_blank">UFO no MOFODEU</a></p>
<p><a href="http://www.mofodeu.com/?p=24" target="_blank">Especial do MOFODEU sobre Michael Schenker</a></p>
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		<title>1968 no Rock: A Revolução da Juventude</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Apr 2010 04:10:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[
O maio de 1968 costuma ser citado como um mês que mudou a história para sempre. Os movimentos políticos e sociais ocorridos naquele período parecem expressar um dado demográfico arrebatador: em 1968 os jovens passam a ser a maioria da população mundial. Exatamente nessa época a juventude, de diversas partes do mundo, sai às ruas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="cursor: -moz-zoom-out;" src="http://www.galizacig.com/avantar/files/images/20080507_maio-68-francia.JPG" alt="http://www.galizacig.com/avantar/files/images/20080507_maio-68-francia.JPG" /></p>
<p style="text-align: justify;">O maio de 1968 costuma ser citado como um mês que mudou a história para sempre. Os movimentos políticos e sociais ocorridos naquele período parecem expressar um dado demográfico arrebatador: em 1968 os jovens passam a ser a maioria da população mundial. Exatamente nessa época a juventude, de diversas partes do mundo, sai às ruas buscando ser mais representativos e pedindo mudanças na sociedade conservadora que os oprimia, impedindo a liberdade de expressão e os impondo guerras que não eram suas.</p>
<p style="text-align: justify;">A eclosão desses movimentos foi sentida inicialmente na França, onde os jovens foram às ruas reivindicando mudanças no sistema educacional do país, mais especificamente, na Universidade de Paris. As manifestações ganharam vulto e muitas causas foram incorporadas aos protestos, como a igualdade, a liberdade sexual e de expressão, os direitos humanos, e a oposição à Guerra do Vietnã. Ainda em maio, ocorreram manifestações por outras partes da Europa, nos Estados Unidos e, até mesmo, no Brasil, que entrava em uma das fases mais negras da sua história, com o enrijecimento da opressão à oposição ao golpe civil-militar de 1964.</p>
<p style="text-align: justify;">A trilha sonora dessas manifestações não poderia ser outra: o rock and roll, ritmo mais popular entre os jovens daquela época. E o impacto das demandas desses movimentos no Rock foi imediato. As duas bandas mais populares daquele momento escreveram canções influenciadas pelos movimentos do maio de 1968. Os BEATLES lançaram em agosto daquele ano o single de &#8220;Hey Jude&#8221;, que trazia em seu lado B, a faixa &#8220;Revolution&#8221; que faz menção ao clima da época. Os ROLLING STONES, por sua vez, lançaram a faixa &#8220;Street Fighting Man&#8221;, no disco &#8220;Beggars Banquet&#8221;, que trata exatamente dos conflitos ocorridos entre a polícia e os estudantes em Paris, durantes as manifestações citadas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/d/d5/Fightingmanstones.jpg"><img class="aligncenter" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/d/d5/Fightingmanstones.jpg" alt="File:Fightingmanstones.jpg" width="357" height="354" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Capa do Compacto de &#8220;Street Fighting Man&#8221; reproduz confronto entre policiais e estudantes</p>
<p style="text-align: justify;">As duas bandas passavam por grandes tensões internas, porém, cada uma delas resolveu seus problemas de uma forma. Os Beatles estavam em um grande esgotamento em suas relações pessoais e resolveram fazer um disco no qual suas composições pessoais se sobressaíssem ao espírito de grupo. Em &#8220;The Beatles&#8221;, mais conhecido como &#8220;White Album&#8221;, só há uma faixa composta em parceria – &#8220;Birthday&#8221;, por John Lennon e Paul McCartney. Todas as demais são composições individuais, com espaço inclusive para canções de George Harrison e Ringo Starr. As faixas creditas a Lennon e McCartney são, na verdade, composições de um ou outro separadamente, somente creditadas para os dois por conta de um acordo que havia entre eles.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos Stones, as tensões estavam entre Brian Jones e o restante do grupo. O guitarrista estava no auge do seu vício e a convivência entre ele e seus companheiros beirava o insustentável. Ainda assim, o grupo conseguiu produzir um dos seus maiores sucessos comerciais e de crítica: o álbum &#8220;Beggars Banquet&#8221;, o primeiro a cargo de Jimmy Miller, que viria a ser o produtor de todos os discos da banda até 1973. O lançamento serviria para apagar o fracasso da empreitada psicodélica feita pelo grupo em &#8220;Their Satanic Majesties Request&#8221;, do no ano anterior. Mesmo assim, o grupo ainda experimentaria um insucesso, com a produção frustrada do &#8220;Rock and Roll Circus&#8221; (<a title="Rock and Roll Circus" href="http://mofodeu.com/mofoblog/?p=31" target="_blank">saiba mais aqui</a>).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/5/5a/BlueCheerVincebusEruptum.jpg"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/5/5a/BlueCheerVincebusEruptum.jpg" alt="File:BlueCheerVincebusEruptum.jpg" width="250" height="250" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Blue Cheer: Inventores do Heavy Metal?</p>
<p style="text-align: justify;">A ressaca psicodélica era evidente. Os excessos de experimentalismos não foram tão notados em 1968 como no ano anterior. Sente-se porém um novo tipo de experimentação ligadas ao uso de mais distorções nos efeitos de guitarra. Eram os primeiros passos do que viria ser o hard rock e, mais tarde, o heavy metal. Um exemplo extremo do uso desse novo artifício estava em &#8220;Vincebus Eruptum&#8221;, do Blue Cheer. O disco foi um marco na nascimento de um blues-rock com peso, que mais tarde se convencionaria chamar hard rock. Muitos analistas costumam apontar esse álbum como o marco inicial do heavy metal. O Blue Cheer ainda lançaria o seu segundo álbum nesse mesmo ano, o &#8220;Outside Inside&#8221;, que se mostraria um pouco mais eclético.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro fato importante para a história do hard rock estaria ligado a nova formação do YARDBIRDS, que, naquele ano, excursionaria pela Escandinávia e outras partes da Europa com o guitarrista Jimmy Page, o vocalista Robert Plant, o baixista John Paul Jones e o baterista John Bonham. Um ano mais tarde o New Yardbirds lançaria seu primeiro álbum, como LED ZEPPELIN, tornando-se uma das maiores referências do gênero.</p>
<p style="text-align: justify;">O DEEP PURPLE, outro peso pesado do hard rock, também dava seus primeiros passos em 1968, com o lançamento dos seus dois primeiros álbuns: &#8220;Shades of Deep Purple&#8221; e &#8220;The Book of Taliesyn&#8221;. Apesar de terem conseguido algum sucesso comercial com esses discos, a banda parecia não ter uma personalidade formada, flertando com o rock psicodélico e progressivo e tendo ainda pouco do peso que a faria famosa no futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">A terceira das bandas que formariam a tríade sagrada do hard rock setentista, também começava a se formar. O BLACK SABBATH, ainda com o nome Earth, consolidaria, em 1968, a formação com Tony Iommi, John &#8220;Ozzy&#8221; Osbourne, Geezer Butler e Bill Ward. Apesar disso a identidade da banda ainda estava longe de ser materializada. O Earth ainda era um grupo de blues-rock que tocava em alguns pubs de Birmingham.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://mob7.photobucket.com/albums/y264/MackMcCoy/b16001a.jpg?t=1242490037" alt="" /></p>
<p style="text-align: center;">Jeff Beck Group:<br />
Aynsley Dunbar, Jeff Beck, Rod Stewart e Ron Wood</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar das bandas que tornariam o hard rock popular ainda estarem em um estágio embrionário, algumas obras que serviriam como referência para esses grupos foram lançadas. Entre elas o álbum &#8220;Truth&#8221;, o primeiro do JEFF BECK GROUP que trazia um blues-rock com distorções de guitarra que orientariam claramente o trabalho do Led Zeppelin. Outro trabalho que orientaria o hard rock, lançado em 1968, foi o &#8220;In-A-Gadda-Da-Vida&#8221;, do IRON BUTTERFLY.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, uma das bandas que orientariam esse subgênero do rock chegava ao fim. O CREAM realizou em 1968 sua última turnê. O power trio formado por Jack Bruce, Ginger Baker e Eric Clapton foi desfeito graças a problemas de relacionamento entre os membros do grupo. No ano seguinte, ainda seria lançado um álbum do Cream, mas o grupo só voltaria a se reunir, esporadicamente, muitos anos depois.</p>
<p style="text-align: justify;">Para compensar a perda de um grande grupo do blues-rock britânico, um outro se formava e lançava o seu primeiro trabalho naquele ano. Era o FREE, formado pelo guitarrista Paul Kossoff, o baterista Simon Kirke, o baixista Andy Fraser e o vocalista Paul Rodgers. O grupo lançaria naquele ano o aclamado &#8220;Tons of Sobs&#8221;, dando novo fôlego a cena blues-rock da terra da rainha.</p>
<p style="text-align: center;"><a title="CCR, 1968.  L-R: Tom Fogerty, Doug Clifford, Stu  Cook, and John Fogerty" href="http://en.wikipedia.org/wiki/File:Creedence_Clearwater_Revival_1968.jpg"><img class="aligncenter" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/thumb/e/ee/Creedence_Clearwater_Revival_1968.jpg/220px-Creedence_Clearwater_Revival_1968.jpg" alt="" width="220" height="163" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Mas não só de hard rock e blues-rock viveu 1968. Alguns movimentos que ganharam força no ano anterior continuaram a aparecer com destaque. O rock californiano, por exemplo, que em 1967 tinha tido destaque graças ao Verão do Amor e o Festival de Monterey, ganhara novos representantes. De El Cerrito surgiu o CREEDENCE CLEARWATER REVIVAL com uma sábia mescla de country, blues e rock and roll clássico. O disco epônimo do grupo foi um grande sucesso e apontou para uma nova forma de se fazer rock.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de canadenses, a THE BAND era bastante ligada a cena de São Francisco que revelou grupos como MOBY GRAPE, LOVE, JEFFERSON AIRPLANE, entre outros. Em 1968, o grupo, ou melhor, A Banda, lançaria o seu primeiro trabalho, &#8220;Music From Big Pink&#8221;, aclamado como um dos melhores trabalhos de álbum de estréia de um banda em toda a história do Rock. A The Band conseguiu elevar o nível da estética do folk-rock, dando mais qualidade aos arranjos do gênero. Não à toa Bod Dylan classificara e batizara o grupo de &#8220;A Banda&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Grandes artistas, revelados em 1967, começavam a consolidar suas carreiras com trabalhos definitivos. JIMI HENDRIX com seu trio Experience tornou-se uma dos maiores fenômenos da música em apenas dois anos de carreira. O lançamento de &#8220;Electric Ladyland&#8221; elevaria o guitarrista ao patamar dos grandes artistas do seu tempo. JANIS JOPLIN continuava a se destacar com o seu grupo – BIG BROTHER AND THE HOLDING COMPANY. O sucesso do segundo álbum da banda, &#8220;Cheap Thrills&#8221;, fez com que a cantora ganhasse a mídia e partisse, no final daquele ano, para a carreira solo. Os DOORS continuaram a surfar no sucesso dos seus dois primeiros álbuns, lançados em 1967. Em 1968, o grupo lançaria &#8220;Waiting For The Sun&#8221;, que repetiria o êxito de seus antecessores e, além disso, incorporaria demandas dos movimentos sociais da época, como a repulsa ao alistamento militar compulsório.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar da baixa no rock psicodélico, o rock progressivo parecia se tornar uma alternativa viável para manter a linha estética da sua variante original. Após o sucesso de grupos como PROCOL HARUM, FRANK THE MOTHERS OF INVENTION e PINK FLOYD, 1968 viu florescer outros grupos como JETHRO TULL, THE NICE, CARAVAN e THE PRETTY THINGS. Esses últimos inovaram naquele ano ao lançar &#8220;S.F. Sorrow&#8221;, tido como a primeira ópera-rock da história, e que, segundo o próprio Pete Townshend, influenciaria diretamente a composição do &#8220;Tommy&#8221;, do THE WHO.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda no rock progressivo, o PINK FLOYD experimentava uma profunda transformação, com o afastamento progressivo de Syd Barrett do processo criativo do grupo, devido ao uso excessivo de LSD e outras drogas lisérgicas. Emerge, assim, a figura de Roger Waters como mentor criativo do grupo, além da incorporação do guitarrista David Gilmour à banda.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, em pleno auge da repressão política e da censura, instituída pelo Ato Institucional 5, emerge um movimento artístico inspirado no modernismo da década de 1920, essencialmente no conceito de antropofagismo cultural. A idéia central do Tropicalismo era incorporar à cultura brasileira elementos de correntes de vanguarda internacionais, especialmente a pop-art e o concretismo. Esse movimento influenciou as artes plásticas, o cinema, o teatro, mas principalmente a música brasileira.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://marianaoreiro.files.wordpress.com/2008/12/mutantes-caetano-e-gil.jpg" alt="http://marianaoreiro.files.wordpress.com/2008/12/mutantes-caetano-e-gil.jpg" /><br />
Gil, Caetano e Os Mutantes</p>
<p style="text-align: justify;">O marco da fundação do Tropicalismo foi o lançamento, em 1968, do álbum &#8220;Tropicália ou Panis et Circenses&#8221;, que reunia artistas como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Tom Zé, Gal Gosta, Torquato Neto e OS MUTANTES. A essência do disco era incorporar elementos da música estrangeira, em especial os utilizados no rock, como a guitarra elétrica, efeitos de distorção, entre outros, na música brasileira.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir da Tropicália, Os Mutantes começaram a trilhar um novo caminho ao rock brasileiro, que deixou de ser uma cópia mal-feita do que era feito fora do país, para ter uma personalidade própria. O grande mérito do grupo foi estar antenado com tudo que era mais moderno no rock internacional da época. O primeiro disco da banda tinha elementos de rock psicodélico e rock progressivo, novidades até mesmo para bandas vanguardistas de Londres ou São Francisco. Ao incorporar elementos da música brasileira e regravar composições de artistas como Jorge Ben, Sivuca e Caetano Veloso, os Mutantes conseguiram dar uma identidade sem precedentes ao rock feito no país.</p>
<p>Para ouvir algumas das canções mais importantes do ano 1968, e saber  mais sobre esse ano histórico, ouça o MOFODEU #087, o quarto da série  Anuário, clicando no link abaixo:</p>
<p><a title="MOFODEU #087" href="http://www.mofodeu.com/?p=798" target="_blank">http://www.mofodeu.com/?p=798</a></p>
<p>Ouça também o MOFODEU #027, especial sobre os eventos políticos ocorridos no Maio de 1968:</p>
<p><a title="MOFODEU #027" href="http://www.mofodeu.com/?p=82" target="_blank">http://www.mofodeu.com/?p=82</a></p>
<p>Para ler as matérias sobre os anos anteriores, acesse os links  abaixo:</p>
<p><a title="1965" href="../?p=19" target="_blank">1965 no Rock: A Invasão Britânica e a Eletrificação do  Folk</a><br />
<a title="1966" href="../?p=280" target="_blank"> 1966 no Rock: Do Monochrome ao Technicolor</a><br />
<a title="1967" href="http://mofodeu.com/mofoblog/?p=297" target="_blank"> 1967 no Rock: O Verão do Amor e Clímax Psicodélico</a></p>
<p>Todos os programas da série “<a title="Anuario MOFODEU" href="http://www.mofodeu.com/?cat=250" target="_blank">Anuário MOFODEU</a>”  podem ser acessados através de: <a title="Anuario MOFODEU" href="http://www.mofodeu.com/?cat=250" target="_blank">http://www.mofodeu.com/?cat=250</a></p>
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		<item>
		<title>Budgie, Toad, Quatermass, Warpig: Você conhece essas bandas?</title>
		<link>http://mofodeu.com/mofoblog/?p=374</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 17:49:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[A série &#8220;Você conhece essa banda?&#8220;, do MOFODEU, está de volta. Nela, o programa que tira o mofo do Rock leva o seu slogan ao pé da letra, desencavando bandas dos anos 60 e 70, que são desconhecidas do grande público, principalmente no Brasil. Na última edição, no ar desde o dia 23 de março, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A série &#8220;<a title="Você Conhece Essa Banda?" href="http://www.mofodeu.com/?cat=245" target="_blank">Você conhece essa banda?</a>&#8220;, do MOFODEU, está de volta. Nela, o programa que tira o mofo do Rock leva o seu slogan ao pé da letra, desencavando bandas dos anos 60 e 70, que são desconhecidas do grande público, principalmente no Brasil. <a title="MOFODEU #086" href="http://www.mofodeu.com/?p=780" target="_blank">Na última edição</a>, no ar desde o dia 23 de março, o podcast trouxe alguns grupos recomendados pelos ouvintes. Nesse artigo, faremos um pequeno apanhado de algumas das bandas mofadas que estiveram no quinto volume da série.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://starling.rinet.ru/music/sleeves/zap_budgie.jpg" alt="" width="538" height="387" /></p>
<p>Quem? <strong>BUDGIE</strong><br />
Quando? <strong>1967-atualmente</strong><br />
Onde? <strong>Cardiff, País de Gales</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Budgie conseguiu alcançar alguma fama graças ao seu maior sucesso: &#8220;Breadfan&#8221;. Apesar disso, muitas pessoas que ouvem o riff marcante dessa canção não fazem idéia de quem é responsável por ela. Isso ficou ainda mais confuso quando o METALLICA passou a executar a faixa em seus shows, gravando-a e lançando-a num EP chamado &#8220;Garage Days&#8221; (mais tarde incluída também no &#8220;Garage Inc.&#8221;). No Brasil, o riff ficou muito marcante por fazer parte de uma vinheta do Globo Esporte. Mas a verdade é que aqui, quase ninguém ouviu falar no Budgie.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar disso, a banda é muito respeitada na Europa e é apontada com uma das maiores influências do movimento conhecido como New Wave of British Heavy Metal, que revelou grupos como IRON MAIDEN, outras, e impulsionou a carreira do JUDAS PRIEST. O Budgie é reconhecido como um dos nomes que ajudaram a impulsionar o heavy metal, e é responsável pelo lançamento de três discos tidos como fundamentais para quem curte um som pesado: &#8220;Budgie&#8221; (1971), &#8220;Squaw&#8221; (1972) e &#8220;Never Turn Your Back On a Friend&#8221; (1973). O grupo manteve-se na ativa até 1982. Depois disso se reuniu algumas vezes para turnês e shows esporádicos durante os anos 90 e 2000.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://userserve-ak.last.fm/serve/_/3026031/Toad.jpg" alt="" width="441" height="448" />Quem? <strong>TOAD</strong><br />
Quando? <strong>1970-1980</strong><br />
Onde? <strong>Suíça</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Toad é responsável por um dos álbuns mais procurados pelos aficionados em Hard Rock setentista. Trata-se do &#8220;Toad&#8221; (1970), tido como uma obra-prima injustiçada por vários analistas. O disco conta com a engenharia de som de Martin Birch (que depois se tornaria produtor de bandas como DEEP PURPLE, BLACK SABBATH e Iron Maiden) e contém alguns petardos que certamente se tornariam clássicos se gravados por bandas de maior projeção.</p>
<p style="text-align: justify;">O som pesado desse álbum contrasta com algumas pegadas blues-rock bastante bem feitas, que acabaram orientando o segundo disco do grupo, &#8220;Tomorrow Blue&#8221; (1972). O pouco (ou quase nenhum) sucesso comercial desses trabalhos, fez com que o Toad se radica-se em sua terra natal, a Suíça, onde conseguiu alcançar algum êxito. O último trabalho de estúdio da banda, &#8220;Dreams&#8221;, foi lançado apenas na Suíça, e conseguiu chegar às paradas de sucesso locais, graças a um cover de &#8220;Purple Haze&#8221;, de Jimmy Hendrix. O grupo continuou a se apresentar até começo dos anos 1980, mas pouco se sabe sobre o paradeiro dos seus membros depois disso. Mesmo assim, o Toad é tido como a banda mais importante vinda da terra do chocolate e dos relógios.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://www.carolhynson.co.uk/quatermass/images/quatband.jpg" alt="" width="438" height="291" /></p>
<p>Quem? <strong>QUATERMASS</strong><br />
Quando? <strong>1969-1971</strong><br />
Onde? <strong>Londres, Inglaterra</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A banda EPISODE SIX só conseguiu ter alguma fama após ter terminado. Isso porque o grupo revelou dois dos nomes mais importantes do hard rock mundial: Ian Gillan e Roger Glover, vocalista e baixista da formação clássica do Deep Purple. Mas e os outros componentes da banda? O que fizeram depois? Pouco se sabe!</p>
<p style="text-align: justify;">O baterista Mick Underwood talvez seja o mais &#8220;famoso&#8221; dos ex-membros do Episode Six (além dos que passaram pelo Deep Purple). Além de trabalhar com Gillan em seus trabalhos solo, Underwood foi parte de várias bandas da cena underground inglesa, a menos desconhecida delas foi o Quatermass.</p>
<p style="text-align: justify;">Com uma formação similar a do trio EMERSON, LAKE AND PALMER (apesar de terem sido formado antes do ELP), o Quatermass tinha a proposta de fazer rock progressivo usando apenas baixo, bateria e teclados. O single &#8220;Black Sheep of Family&#8221;, do único álbum de estúdio da banda (Quatermass – 1970), chegou a ser executado em algumas rádios britânicas, mas não foi o suficiente para que eles alcançassem sucesso comercial. A banda acabou se desfazendo, um ano depois.</p>
<p style="text-align: justify;">O interessante é que a faixa mais conhecida do grupo, &#8220;Black Sheep of Family&#8221; virou um motivo de discórdia interna no Deep Purple durante as gravações do álbum Stormbringer, como conta Marcelo Soares, do blog Purpendicular. Ritchie Blackmore não andava feliz com o andamento da produção do disco, que para o seu gosto estava funk demais. Ele resolveu, então, impor a inclusão da faixa do Quatermass no trabalho, só que seus companheiros de banda não aceitaram. Logo depois, Blackmore deixou a banda, formando o Rainbow, cujo primeiro trabalho trazia, finalmente a cover de &#8220;Black Sheep of Family&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" src="http://www.warpig.ca/photos2006/then/16.jpg" alt="" width="330" height="330" /></p>
<p style="text-align: justify;">Quem? <strong>WARPIG</strong><br />
Quando? <strong>1968-1975; 2004-atualmente</strong><br />
Onde? <strong>Ontário, Canadá</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nem só de GUESS WHO e BACHMAN-TURNER OVERDRIVE sobreviveu o hard rock canadense dos anos 70. O Warpig foi um dos expoentes do gênero no cenário local, mas não conseguiu expandir esse reconhecimento para outras partes do planeta. O grupo só lançou um disco de estúdio, auto-intitulado, em 1970, lançado somente no Canadá e Estados Unidos por uma gravadora independente. Apesar da qualidade do trabalho, o álbum não conseguiu uma boa distribuição e a banda começou a se destacar apenas pelas apresentações ao vivo.</p>
<p style="text-align: justify;">O Warpig chegou a abrir os concertos para grupos como o Wishbone Ash, Savoy Brown, entre outros, o que ajudou a fazer o grupo se tornar um pouco mais conhecido. Em 1973, o primeiro álbum do grupo foi relançado pela London Records, com a regravação de algumas faixas conduzidas pelo produtor Terry Brown (que mais tarde ficaria conhecido pelo seu trabalho com o RUSH). Com isso, a banda conseguiu lançar um single de relativo sucesso, &#8220;Rock Star&#8221; que permaneceu nas paradas por cerca de sete semanas.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Rock Star&#8221; tem uma incrível similaridade com a faixa &#8220;Fireball&#8221; do Deep Purple. No entanto não há nenhum registro de briga judicial que acuse nenhum dos dois grupos de plágio. É bom ressaltar que a faixa do Warpig foi lançada antes da do Deep Purple, o que reforça a idéia de que &#8220;Rock Star&#8221; tenha &#8220;inspirado&#8221; &#8220;Fireball&#8221;. Outro fato curioso é que o guitarrista Ritchie Blackmore já foi acusado inúmeras vezes de ter copiado ou plagiado canções de grupos menos conhecidos, porém nunca se provou nada.</p>
<p>Saiba mais sobre essas bandas ouvindo o <a title="MOFODEU #086" href="http://www.mofodeu.com/?p=780" target="_blank">MOFODEU #086</a>, o quinto volume da série &#8220;<a title="Você Conhece Essa Banda?" href="http://www.mofodeu.com/?cat=245" target="_blank">Você conhece essa banda?</a>&#8221;</p>
<p>Outros sons dessas bandas, que ficaram de fora do <a title="MOFODEU #086" href="http://www.mofodeu.com/?p=780" target="_blank">MOFODEU #086</a>:</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="320" height="265" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/gpesqtm33N4&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="320" height="265" src="http://www.youtube.com/v/gpesqtm33N4&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
<strong>Budgie </strong>- &#8220;<strong>Rocking Man</strong>&#8221;<br />
(álbum: <strong>Squawk</strong> &#8211; 1974)</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="320" height="265" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/FdXhDFQVnu8&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="320" height="265" src="http://www.youtube.com/v/FdXhDFQVnu8&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
<strong>Toad</strong> &#8211; &#8220;<strong>Stay</strong>&#8221;<br />
(álbum: <strong>Toad </strong>- 1971)</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="320" height="265" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/gR_rC5mRjgc&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="320" height="265" src="http://www.youtube.com/v/gR_rC5mRjgc&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
<strong>Quatermass</strong> &#8211; &#8220;<strong>Up On The Ground</strong>&#8221;<br />
(álbum: <strong>Quatermass </strong>- 1970)</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="320" height="265" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Hgnrut2_7yA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="320" height="265" src="http://www.youtube.com/v/Hgnrut2_7yA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
<strong>Warpig</strong> &#8211; &#8220;<strong>Flaggit</strong>&#8221;<br />
(álbum: <strong>Warpig </strong>- 1970)</p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 3544px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">﻿</div>
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		<title>Vencedores da Promoção MOFODEU nas Velhas Virgens</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 15:50:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[
Foi um verdadeiro sucesso a promoção &#8220;MOFODEU nas Velhas Virgens&#8221;. Digamos que foi um sucesso de público, por que as frases foram um verdadeiro lixo! Mas valeu a pena&#8230; Muita gente chegou ao MOFODEU graças à promoção e esperamos fidelizar essa galera.
Para ganhar dois CDs &#8220;Nós Somos as Velhas Virgens &#8211; Ao Vivo&#8221;, devidamente  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="cursor: -moz-zoom-in;" src="../../imagens/velhas.gif" alt="http://mofodeu.com/imagens/velhas.gif" width="514" height="137" /></p>
<p>Foi um verdadeiro sucesso a promoção &#8220;MOFODEU nas Velhas Virgens&#8221;. Digamos que foi um sucesso de público, por que as frases foram um verdadeiro lixo! Mas valeu a pena&#8230; Muita gente chegou ao MOFODEU graças à promoção e esperamos fidelizar essa galera.</p>
<p>Para ganhar dois CDs &#8220;Nós Somos as Velhas Virgens &#8211; Ao Vivo&#8221;, devidamente  autografados pela banda e banhados de chopp, as pessoas deveriam responder: <strong>&#8220;O que o MOFODEU e a Banda das VELHAS VIRGENS têm em comum?&#8221;</strong>. As respostas mais absurdas foram dadas (você pode lê-las <a title="Promoção Velhas Virgens" href="http://mofodeu.com/mofoblog/?p=303" target="_blank">aqui</a>). Os vencedores foram:</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Miguel Martins &#8211; São Paulo &#8211; SP</strong><br />
Resposta: &#8220;O verbo foder.&#8221;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Carlos Alexandre Sampaio &#8211; Fortaleza &#8211; CE</strong><br />
Resposta: &#8220;Se o conde D’Eu, o Amadeu e o MOFODEU, porque as VELHAS continuam  VIRGENS ?&#8221;</p>
<p style="text-align: left;">Cada um receberá um CD &#8220;Nós Somos as Velhas Virgens &#8211; Ao Vivo&#8221; autografo no conforto do seu lar.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://a.imagehost.org/0810/Velhas_Virgens_N_s_Somos_As_Velhas_V_rgens_21_anos.jpg" alt="http://a.imagehost.org/0810/Velhas_Virgens_N_s_Somos_As_Velhas_V_rgens_21_anos.jpg" width="315" height="315" /></p>
<p style="text-align: left;">Se você ainda não ouviu a entrevista do Paulão das Velhas Virgens para o MOFODEU, você é um otário. Ouça: <a title="MOFODEU #085" href="http://www.mofodeu.com/?p=767" target="_blank">MOFODEU #085</a>.</p>
<p>Se você tem uma loja de discos, de camisetas, ou algum artigo relacionado ao programa e quer doar alguma coisa para sortearmos entre os nossos ouvintes, entre em contato através de <strong>mofodeu@mofodeu.com</strong>. Retribuiremos com a divulgação da sua marca.</p>
<p>Em breve mais promoções.</p>
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		<title>O ano em que Blackmore teve sua crise dos 30</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 21:09:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Escrito por Marcelo Soares, publicado originalmente no Purpendicular (11/04/2009)

Nesta semana, completou 34 anos o fim da Mk3 do Deep Purple. A fase do  Deep Purple que apresentou David Coverdale e Glenn Hughes para o mundo  terminou quando Ritchie Blackmore pediu para sair. Ele deixou a banda em  7 de abril de 1975, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Escrito por <a title="Twitter - Marcelo Soares" href="http://twitter.com/msoares" target="_blank">Marcelo Soares</a>, publicado originalmente no <a title="Purpendicular" href="http://purpendicular.blogspot.com/2009/04/o-ano-em-que-blackmore-teve-sua-crise.html" target="_blank">Purpendicular</a> (11/04/2009)</p>
<p style="text-align: center;"><img src="http://www.deep-purple.net/gallery/deep-purple-mk3/deep-purple-250l.jpg" alt="" width="344" height="416" /></p>
<p>Nesta semana, completou 34 anos o fim da Mk3 do Deep Purple. A fase do  Deep Purple que apresentou David Coverdale e Glenn Hughes para o mundo  terminou quando Ritchie Blackmore pediu para sair. Ele deixou a banda em  7 de abril de 1975, uma semana antes de completar 30 anos. Portanto,  ele completa 64 na próxima terça.</p>
<p style="text-align: left;">Blackmore andava de saco cheio  com o rumo que o Deep Purple estava tomando, especialmente depois da  gravação de <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=YYYY&amp;tipo=30&amp;nitem=2734918" target="_blank">Stormbringer</a>.  Pela primeira vez desde que tomara as rédeas da direção musical da  banda, em 1969, seus colegas se recusaram a gravar uma música proposta  por ele &#8211; no caso, &#8220;Black Sheep of the Family&#8221;, do Quatermass. O  original é este:</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="470" height="286" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/is1dz_466zc&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="470" height="286" src="http://www.youtube.com/v/is1dz_466zc&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: left;">Blackmore  não é um cara que tope perder poder assim desse jeito. De um lado, ele  começou a fazer críticas à banda em entrevistas. De outro, ele passou a  ensaiar com os caras do ELF, que vinha abrindo os shows do Purple. O  vocalista do ELF era um baixinho de pulmão poderoso, que passaria à  história do rock como Ronnie James Dio. O disco que ele gravou com o  novo grupo foi <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=YYYY&amp;tipo=30&amp;nitem=354324" target="_blank">Ritchie  Blackmore&#8217;s Rainbow</a>. A música do Quatermass rejeitada pelo Purple abre o disco. Ouça:</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="473" height="379" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/GXVFjGZ-vEE&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="473" height="379" src="http://www.youtube.com/v/GXVFjGZ-vEE&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
Versão do Rainbow &#8220;Black Sheep of Family&#8221;</p>
<p>O último show de Blackmore em sua primeira  passagem pelo Deep Purple aconteceu em Paris, no dia 7 de abril de 1975.  Partes dele já eram conhecidas durante anos por conta primeiro do <a>Made  in Europe</a> e depois por conta do The Final Concerts. Mas o show só  foi lançado inteiro recentemente, no <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=YYYY&amp;tipo=30&amp;nitem=3218076" target="_blank">Live  in Paris 1975</a>.</p>
<p>O show termina com &#8220;Highway Star&#8221;, que  Blackmore compusera com Gillan na estrada quase quatro anos antes. Eu  particularmente não gosto muito do jeito como a Mk3 (leia-se baixo e  vozes) interpreta a faixa. Mas, para encerrar o show, os vocalistas  resolveram fazer uma homenagem aos gostos do colega que partia.</p>
<p>&#8220;SHE  HAS BIG FAT TITS! BIG FAT TITS AND EVERYTHING!&#8221; (Ela tem peitos  enormes! Peitos grandes e tudo mais!)</p>
<p>Acesse também:</p>
<p>- O <a title="Purpendicular" href="http://purpendicular.blogspot.com/" target="_blank">blog  Purpendicular</a>, com tudo sobre o Deep Purple, escrito por Marcelo  Soares (@<a title="Twitter - Marcelo Soares" href="http://twitter.com/msoares" target="_blank">msoares</a>).<br />
- &#8220;<a title="E Você Com Isso?" href="http://mtv.uol.com.br/evocecomisso/blog" target="_blank">E  Você com Isso?</a>&#8220;, blog de Política do @<a title="Twitter - Marcelo Soares" href="http://twitter.com/msoares" target="_blank">msoares</a> que também é responsável e pela coluna de política da <a title="Notícias MTV" href="http://mtv.uol.com.br/noticiasmtv/central" target="_blank">Notícias  MTV</a>- <a href="http://www.mofodeu.com/?tag=deep-purple" target="_blank">Deep Purple</a> no MOFODEU<br />
- <a title="MOFODEU #086" href="http://www.mofodeu.com/?p=780" target="_blank">MOFODEU #086</a>: Quatermass, Você Conhece Essa Banda?</p>
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		<title>CASA DAS MÁQUINAS &amp; Convidados do Rock Brasileiro tocam em São Paulo no mês de abril</title>
		<link>http://mofodeu.com/mofoblog/?p=361</link>
		<comments>http://mofodeu.com/mofoblog/?p=361#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 19:43:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[PRESS RELEASE enviado por Marcel Castro

Os rockeiros podem comemorar. A banda Casa das Máquinas, uma das mais importantes da história do rock brasileiro, estará se apresentando no palco do Carioca Club, em Pinheiros, na quarta-feira dia 21 de abril, feriado de Tiradentes.
A banda encontra-se atualmente em fase de pré-produção de seu novo disco de estúdio, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>PRESS RELEASE enviado por Marcel Castro</p>
<p style="text-align: center;"><img style="cursor: -moz-zoom-in;" src="http://userserve-ak.last.fm/serve/500/5741590/Casa+das+Mquinas+casa_das_maquinas.jpg" alt="http://userserve-ak.last.fm/serve/500/5741590/Casa+das+Mquinas+casa_das_maquinas.jpg" width="416" height="334" /></p>
<p>Os rockeiros podem comemorar. A banda Casa das Máquinas, uma das mais importantes da história do rock brasileiro, estará se apresentando no palco do Carioca Club, em Pinheiros, na quarta-feira dia 21 de abril, feriado de Tiradentes.</p>
<p>A banda encontra-se atualmente em fase de pré-produção de seu novo disco de estúdio, o primeiro de inéditas desde o aclamado Casa de Rock, lançado em 1976 e apresentará na ocasião, o seu novo vocalista, João Luiz, o qual também é integrante da banda KING BIRD.</p>
<p style="text-align: center;"><img src="http://2.bp.blogspot.com/_dSGSOIwFXx4/S0VCmEk6k7I/AAAAAAAAHxU/tRUbWXrs8M8/s320/Casa+de+Rock.jpg" alt="http://2.bp.blogspot.com/_dSGSOIwFXx4/S0VCmEk6k7I/AAAAAAAAHxU/tRUbWXrs8M8/s320/Casa+de+Rock.jpg" /></p>
<p>Mas a noite promete empolgar bastante a todos os presentes, uma vez que a banda estará convidando consagrados músicos brasileiros para participações nas músicas, bem como para &#8220;jams&#8221; inusitadas. Nomes até o momento confirmados são de Sérgio Hinds da banda O TERÇO, o baterista Paulo Zinner, Carlos Geraldo e João Alberto (ambos baixistas e que foram integrantes do Casa das Máquinas nos anos 70) e Oswaldo Malagutti. Novos convidados serão anunciados nas próximas semanas.</p>
<p>Os ingressos estarão à venda a partir do dia 25 de março nas lojas Die Hard e Aqualung na Galeria do Rock, lojas Made in Brazil Music Megastore, nas bilheterias do Carioca Club ou através do site www.ticketbrasil.com.br, onde as vendas podem ser parceladas no cartão de crédito.</p>
<p>O valor dos ingressos de pista adquiridos antecipadamente, bem como para estudantes, é de R$40,00 e na porta, no dia do show, será vendido a R$60,00. Já os valores de camarote têm valor único de R$80,00 e são limitados.</p>
<p>Serviço do show:</p>
<p>Casa das Máquinas &amp; Convidados do Rock Brasileiro<br />
Local: Carioca Club &#8211; Rua Cardeal Arcoverde, 2899<br />
Data: Quarta, 21 de abril de 2010, a partir das 20:30h<br />
www.cariocaclub.com.br<br />
Informações: 3813 8598 / 3222 0284<br />
Banda Convidada: Malakias<br />
Censura: 16 anos</p>
<p>Ouça o <a title="MOFODEU #034" href="http://www.mofodeu.com/?p=71" target="_blank">MOFODEU #034</a>, só com bandas brasileiras, inclusive o Casa das Máquinas</p>
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		<title>Invadindo Podcasts Alheios</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Mar 2010 05:49:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[
Confesso que cada dia que passa fico mais por essa mídia chamada PODCAST. Depois de 2 anos e meio, não me canso de fazer o MOFODEU e, as vezes acho que fazer só um por semana não sacia a minha vontade de produzir. Além disso, tenho me tornado um ouvinte inveterado de outros podcasts.
Os meus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://virulentwordofmouse.files.wordpress.com/2009/11/ipod-nano-podcast.jpg" alt="http://virulentwordofmouse.files.wordpress.com/2009/11/ipod-nano-podcast.jpg" width="284" height="273" /></p>
<p style="text-align: left;">Confesso que cada dia que passa fico mais por essa mídia chamada PODCAST. Depois de 2 anos e meio, não me canso de fazer o MOFODEU e, as vezes acho que fazer só um por semana não sacia a minha vontade de produzir. Além disso, tenho me tornado um ouvinte inveterado de outros podcasts.</p>
<p style="text-align: left;">Os meus podcasts favoritos sãos os musicais. Gosto muito do <a title="Máquina do Tempo" href="http://www.maquinadotempo.blog.br/" target="_blank">Máquina do Tempo</a> e da <a title="Radiobla" href="http://www.blablaismo.com.br/category/radiobla/" target="_blank">Radiobla</a> e dois outros podcasts que, apesar de não estarem totalmente integrados a podosfera, são muito bem feitos e ótimos de serem ouvidos: o <a title="Collector's Room Podcast" href="http://collectorsroom.blogspot.com/search/label/Podcasts" target="_blank">Collector&#8217;s Room</a> e o <a title="PoeiraCast" href="http://www.poeirazine.com.br/poeiracast.html" target="_blank">PoeiraCast</a>.</p>
<p style="text-align: left;">Mas há uma infinidade de outros podcasts muito bons, sobre uma infinidade de assuntos. Atualmente ouço com periodicidade o <a title="Papo de Gordo" href="http://www.papodegordo.com.br/index.php/categoria/podcast/" target="_blank">Papo de Gordo</a>, o <a title="Metacast" href="http://metacast.info/" target="_blank">Metacast</a> (já citado nesse <a title="MOFODEU no Metacast" href="http://mofodeu.com/mofoblog/?p=313" target="_blank">post</a>), o <a title="Comboast" href="http://1000combos.com.br/?cat=7" target="_blank">ComboCast</a>, <a title="RapaduraCast" href="http://www.cinemacomrapadura.com.br/rapaduracast/" target="_blank">RapaduraCast</a> e outros ligados a minha série de TV favorita, LOST (<a title="LOSTies" href="http://losties.com.br/" target="_blank">LOSTies Podcast </a>e <a title="Iniciativa Dharma" href="http://www.dimensaonerd.com/category/podcast/iniciativa-dharma-estacao-podcast/" target="_blank">Iniciativa Dharma Estação Podcast</a>). Além de muitos outros que ouço sem muita periodicidade.</p>
<p style="text-align: left;">Uma das coisas mais legais que ocorre na podosfera é a integração entre os mais diversos programas. É muito comum que um podcaster chame outro para participar de um episódio do podcast que produz. Eu, Vitor Bemvindo, tenho sido convidado (ou, às vezes, eu mesmo me convido) para participar de outros programas fora o MOFODEU.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://1000combos.com.br/?p=2172"><img class="aligncenter" title="ComboCast 16 - AC/DC" src="http://1000combos.com.br/wp-content/uploads/combocast-podcast/16-acdc.jpg" alt="" width="440" height="205" /></a></p>
<p style="text-align: left;">O primeiro que tive a honra de participar foi o ComboCast, convidado por Flávio Vieira e Gustavo Kitagawa para o <a title="Combocast #013" href="http://1000combos.com.br/?p=2172" target="_blank">episódio #16</a>, no qual conversamos sobre a carreira do AC/DC. Foi bem divertido!</p>
<p style="text-align: left;">Entrando no clima de integração, convidei o Ock-Tock, do Máquina do Tempo, para participar do <a title="MOFODEU #073" href="http://www.mofodeu.com/?p=8" target="_blank">MOFODEU #073</a>. Ele participou de uma maneira bem bacana, fazendo uma seleção de músicas muito boa. Vale conferir.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://lh3.ggpht.com/_iNBQUmomny0/S6RZ9xynxtI/AAAAAAAAAGQ/LZxT4UBYZaI/maquinadotempo.jpg" alt="http://lh3.ggpht.com/_iNBQUmomny0/S6RZ9xynxtI/AAAAAAAAAGQ/LZxT4UBYZaI/maquinadotempo.jpg" /></p>
<p style="text-align: left;">Retribuindo o convite, Ock-Tock me chamou para substituir seu parceiro de DeLorean, Leandro Bukol, no <a title="Máquina do Tempo 73" href="http://maquinadotempo.blog.br/" target="_blank">Máquina do Tempo #073</a>, quando tivemos a oportunidade de falar sobre o ano de 1970. A repercussão do programa foi muito legal, e possibilitou que muitos ouvintes do Máquina viesse ouvir o MOFODEU, e vice-versa.</p>
<p style="text-align: left;"><img class="aligncenter size-full wp-image-4745" title="tockai002" src="http://www.ocktock.com.br/wp-content/uploads/tockai002.jpg" alt="" width="420" height="204" /></p>
<p style="text-align: left;">Ock-Tock está agora em uma nova empreitada podcastíca. Nesse novo projeto, o <a title="Tockaí" href="http://www.ocktock.com.br/category/podcasts/tockai/" target="_blank">Tockaí</a>, ele faz análises sobre os últimos lançamentos do mundo musical, com muita propriedade, diga-se de passagem. Já na segunda edição do seu novo podcast, tive o prazer de participar. Na verdade eu praticamente me convidei, ao comentar que ele deveria falar do lançamento do novo disco ao vivo do Bad Company, &#8220;Hard Rock Live&#8221; (que também já foi assunto aqui no MOFOBlog, <a title="Bad Company &quot;Hard Rock Live&quot; no MOFOBlog" href="http://mofodeu.com/mofoblog/?p=351" target="_blank">nesse post</a>). Aproveitando a deixa de mais um lançamento &#8220;mofado&#8221;, o álbum póstumo de Jimi Hendrix, &#8220;Valleys of Neptune&#8221;, fizemos uma <a title="Tockaí 02" href="http://www.ocktock.com.br/2010/03/19/tockai-002/" target="_blank">edição do Tockaí</a> que está com um cheiro de mofo só. Além disso, falamos sobre Raul Seixas e o falecimento de Alex Chilton, do Big Star (saiba mais, lendo o <a title="Tributo a Alex Chilton no MOFOBlog" href="http://mofodeu.com/mofoblog/?p=349" target="_blank">post</a>). O resultado disso, você confere aqui:</p>
<p style="text-align: left;"><a title="Tockaí 02" href="http://www.ocktock.com.br/2010/03/19/tockai-002/" target="_blank">Tockaí #002<br />
</a></p>
<p style="text-align: left;">Pois bem, meus planos agora são de dominar a podosfera e, quiçá, o mundo.</p>
<p style="text-align: left;">Brincadeiras a parte, se você tem um podcast é quer que nós do MOFODEU participemos, é só entrar em contato. Falamos de música mais também somos aficcionados por cinema, futebol, e variedades. Se nossas agendas baterem, termos muito prazer em ajudar.</p>
<p style="text-align: left;">Contato: mofodeu@mofodeu.com (ou então deixa um comentário aí)</p>
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		<title>[Resenha] Bad Company &#8211; &#8220;Hard Rock Live&#8221; (2010)</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 19:24:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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Nunca me esqueço da primeira vez que escutei &#8220;Rock Steady&#8221; do Bad Company. Estava no bar Heavy Duty Beer Club, um dos únicos redutos Rock and Roll do Rio de Janeiro, e uma banda cover a tocou. Eu era então um jovem mancebo que pouco conhecia do rock setentista e quando ouvi aquilo, perguntei ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://www.image-entertainment.com/images//%7B583FFED3-16FC-4523-862E-9C9A000409BB%7D/BadCompany_CD_loc_%7B662DB366-028F-4791-AB0C-523252B244DB%7D.jpg" alt="http://www.image-entertainment.com/images//%7B583FFED3-16FC-4523-862E-9C9A000409BB%7D/BadCompany_CD_loc_%7B662DB366-028F-4791-AB0C-523252B244DB%7D.jpg" /></p>
<p>Nunca me esqueço da primeira vez que escutei &#8220;Rock Steady&#8221; do Bad Company. Estava no bar Heavy Duty Beer Club, um dos únicos redutos Rock and Roll do Rio de Janeiro, e uma banda cover a tocou. Eu era então um jovem mancebo que pouco conhecia do rock setentista e quando ouvi aquilo, perguntei ao meu amigo Luiz Felipe Freitas, a Enciclopédia do Rock: &#8220;que banda é essa?&#8221;. Ele respondeu com a sutileza que lhe é peculiar: &#8220;é Bad Company, porra!&#8221;. Minha vida nunca mais foi a mesma depois daquele dia.</p>
<p>Na mesma semana, a Enciclopédia teve a nobreza de me emprestar alguns dos seus &#8220;verbetes&#8221;: foi então que ouvi pela primeira vez o disco &#8220;Bad Company&#8221; (1974), uma das maiores obras-primas da história do Rock na minha humilde opinião. Ele me emprestou também os bons &#8220;Straight Shooter&#8221; (1975), o &#8220;Burnin&#8217; Sky&#8221; (1977) e &#8220;Desolation Angels&#8221; (1979). Eu ouvi todos aqueles discos a exaustão e fiz uma coletânea das músicas que mais gostei. Eu levava aquele disquinho pra todo lugar que eu ia. Foi assim que o Bad Company passou a ser parte da trilha sonora da minha vida.</p>
<p>Paul Rodgers mudou meus conceitos sobre o que é ser um vocalista de Rock and Roll. Agudos e estripulias vocais são legais, mas não são fundamentais. A maneira sutil, suave e apaixonada com que Rodgers canta me cativou desde o primeiro momento que eu ouvi. Ele não é metido a exageros, sabe encaixar sua voz exatamente ao que cada canção pede, o que o fez se tornar um dos grandes.</p>
<p>O Bad Company nasceu de uma reunião estrelar de ex-membros do Free (Paul Rodgers e o baterista Simon Kirke), do Moot The Hoople (o guitarrista Mick Ralphs) e King Crimson (o baixista Boz Burrell), em 1973. O supergrupo imediatamente assinou um contrato com o selo Swam Song (de propriedade do Led Zeppelin) e, entre 1974 e 1982, com a mesma formação, lançou seis discos de estúdio.</p>
<p>Após esse período, Paul Rodgers partiu para carreira solo e a banda passou ter uma rotatividade maior em sua formação. Em 2002, a banda voltou às origens da sua formação, mas sem o baixista original, Boz Burrell. Lançaram o ótimo disco ao vivo &#8220;Merchants of Cool&#8221;, que contava com duas músicas inéditas bem legais: &#8220;Saving Grace&#8221; e &#8220;Joe Fabulous&#8221;. Mas a reunião durou pouco. Em 2006, Burrell faleceu e frustrou de vez uma possível reunião da formação original.</p>
<p>Mas em 2008, Rodgers, Kirke e Ralphs resolveram se reunir novamente para algumas apresentações por algumas partes do mundo. A apresentação no Hard Rock Hotel &amp; Casino, na Flórida, foi registrada e, finalmente lançada agora em 2010. O concerto foi disponibilizado em um pacote que vem com um CD e um DVD.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://lh4.ggpht.com/_iNBQUmomny0/S6J9MdWAaKI/AAAAAAAAAFw/4xMQwVY0k0Y/s720/badco01.jpg" alt="" width="537" height="358" /></p>
<p>O disco é um apanhado muito bem feito da carreira da banda. Eles selecionaram 16 canções do período de 1974 a 1982, quando Rodgers comandava os vocais do grupo. A diferença evidente é a nova roupagem dada às faixas. Se há uma coisa que pode se criticar no Bad Company era a produção dos discos de estúdio. As faixas nunca ficaram com o peso e a significância que mereciam. A banda costumava então consertar isso no palco, se tornando um caso clássico de grupo que se saia melhor nos palcos do que no estúdio.</p>
<p>O registro de &#8220;Hard Rock Live&#8221; (2010) é uma prova de aquelas canções tem mais para oferecer do que está registrado nos álbuns originais. Ao vivo o Bad Company, mais uma vez mostrou sua força. Um exemplo claro disso é a faixa &#8220;Gone, Gone, Gone&#8221;, que entrou nesse álbum como uma espécie de tributo a Boz Burrell, compositor da música. A versão original, que saiu em &#8220;Desolation Angels&#8221;, tem uma produção que chega a ser constrangedora: uma guitarra sem peso e uma percussão intercalada por palmas fazem com que você não consiga se deter na faixa até o fim. No disco ao vivo recém-lançado, &#8220;Gone, Gone, Gone&#8221; recebeu o peso que merecia, ganhando mais distorção na guitarra e se desfazendo das palminhas que remetiam a um programa de auditório de quinta categoria.</p>
<p>Isso acontece durante todo o disco. A energia do Bad Company está muito bem captada em &#8220;Hard Rock Live&#8221;, assim como já havia acontecido em &#8220;Merchants of Cool&#8221; (2002) e &#8220;Live in Albuquerque&#8221; (lançado em 2006, mas que traz um registro feito em 1976).</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="width: 358px; height: 512px; left: 12px; top: 16px;" src="http://lh5.ggpht.com/_iNBQUmomny0/S6J9M-AHOaI/AAAAAAAAAF0/YLjDDVwfqMY/s512/badco02.jpg" alt="" width="720" height="480" /></p>
<p style="text-align: left;">O disco tem vários destaques. Claro que os clássicos saltam aos ouvidos. Canções clássicas como &#8220;Bad Company&#8221;, &#8220;Rock Steady&#8221;, &#8220;Can&#8217;t Get Enough&#8221;, &#8220;Good Lovin&#8217; Gone Bad&#8221; fazem qualquer um se empolgar. As baladas também estão de emocionar: &#8220;Shooting Star&#8221; e &#8220;Ready for Love&#8221; ganharam suas versões definitivas.</p>
<p style="text-align: left;">Mas talvez o destaque seja a versão de &#8220;Rock &#8216;n&#8217; Roll Fantasy&#8221;, do &#8220;Desolation Angels&#8221;. O Bad Company teve a feliz idéia de convidar o bom guitarrista Howard Leese (que costuma acompanhar Paul Rodgers em seus projetos solo) para acompanhar a banda. Isso trouxe para o grupo uma característica antes quase não existente, a utilização de duas guitarras. O trabalho de guitarras gêmeas de Leese e Ralphs em &#8220;Rock &#8216;n&#8217; Roll Fantasy&#8221; fez com que a música ficasse ainda melhor.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="534" height="322" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/_SGwpZdd19A&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="534" height="322" src="http://www.youtube.com/v/_SGwpZdd19A&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
Trailer do DVD &#8220;Hard Rock Live&#8221; do Bad Company</p>
<p>As versões das faixas de &#8220;Desolation Angels&#8221; em &#8220;Hard Rock Live&#8221; mostram como aquele disco foi mal aproveitado. Existem várias músicas fantásticas naquele disco, mas a produção deixa bastante desejar. Talvez por isso, aquele seja o disco mais injustiçado da carreira do Bad Company.</p>
<p>Portanto, &#8220;Hard Rock Live&#8221; é uma excelente opção para os fanáticos pela banda, mas também para aqueles que querem ter o primeiro contato com o grupo. Os maiores sucessos do grupo estão ali registrados de maneira magistral, fazendo jus a fama do Bad Company de ser um grande grupo em cima dos palcos. Vale o investimento, vocês não se arrepender.</p>
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		<title>Alex Chilton (1950-2010)</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 06:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[
Faleceu ontem (17/03) o guitarrista e vocalista Alex Chilton, mais conhecido pelo seu trabalho com a banda Big Star. Chilton iniciou sua carreira em 1967, com a banda The Box Tops, onde permaneceu até 1969, quando iniciou sua carreira solo.
Em 1971, recebeu um convite da banda Big Star para assumir os vocais e a guitarra-base [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="cursor: -moz-zoom-in;" src="http://www.soundonsound.com/sos/apr06/images/classic8chilton.l.jpg" alt="http://www.soundonsound.com/sos/apr06/images/classic8chilton.l.jpg" width="305" height="468" /></p>
<p>Faleceu ontem (17/03) o guitarrista e vocalista Alex Chilton, mais conhecido pelo seu trabalho com a banda Big Star. Chilton iniciou sua carreira em 1967, com a banda The Box Tops, onde permaneceu até 1969, quando iniciou sua carreira solo.</p>
<p>Em 1971, recebeu um convite da banda Big Star para assumir os vocais e a guitarra-base do grupo. O Big Star foi responsável pela repaginação do pop rock, desgastado após o sucesso das bandas da invasão britânica entre meados do e final dos anos 1960. Numa fase em que o rock psicodélico e, principalmente, o hard rock reinavam, o Big Star conseguiu um um certo prestígio com o elogiadíssimo disco &#8220;#1 Record&#8221;, de 1972. Apesar da boa repercussão na mídia especializada, o álbum encontrou problemas para ser distribuído, e não conseguiu alcançar boas vendas.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://blograge.files.wordpress.com/2009/10/bigstar.jpg" alt="http://blograge.files.wordpress.com/2009/10/bigstar.jpg" width="281" height="281" /></p>
<p>O álbum seguinte, &#8220;Radio City&#8221;, lançado em 1974, também foi bem recebido pela crítica, mas o pouco sucesso comercial fez com que a banda não conseguisse bons contratos. Chilton deixou o Big Star, naquele mesmo ano, e retomou sua carreira solo.</p>
<p>Após sua saída do Big Star, Chilton se mudou para Nova Iorque, onde acompanhou de perto o surgimento de diversas bandas que tocavam no clube CBGB, responsáveis pelo impulso do movimento punk americano. Ele foi responsável pelo agenciamento e pela produção de algumas dessas bandas, principalmente o The Champs.</p>
<p>Nos anos 80, Alex Chilton prosseguiu sua carreira solo e como produtor, até que, nos anos 90, resolveu reunir seus colegas de Big Star, mesmo sem o seu membro fundador Chris Bell, que faleceu em 1978.</p>
<p>Entre idas e vindas, o Big Star se reuniu mais algumas vezes, inclusive fazendo uma turnê por diversas partes do mundo entre 2009 e 2010.</p>
<p>Alex Chilton faleceu em Nova Orleans, de causas ainda não reveladas, mas a versão que circula com maior intensidade é que o músico teria sofrido um ataque cardíaco. Maiores detalhes ainda não foram revelados.</p>
<p><strong>Opinião:</strong></p>
<p style="text-align: left;">Talvez o trabalho de Alex Chilton não tenha sido revolucionário, mas tampouco foi desprezível. Confesso que nunca acompanhei muito a obra do músico. O primeiro contato que tive com o Big Star foi há uns dois anos, graças a uma recomendação de alguém que eu não me lembro quem foi.</p>
<p style="text-align: left;">A curiosidade surgiu graças a faixa &#8220;In The Street&#8221;, que é o tema do série de TV americana &#8220;That &#8217;70s Show&#8221;. Após ouvir o álbum &#8220;#1 Record&#8221; apenas uma vez, acabei me esquecendo e nunca mais voltei a dar atenção ao grupo. Não que o álbum seja ruim, muito pelo contrário. Mas há de se convir que um disco com uma sonoridade meio sessentista, lançado em meio a uma forte onda hard rock, dificilmente conseguiria se destacar. E foi por isso que nunca dei o devido valor aquele bom disco.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/P_3ECxWjPyc&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/P_3ECxWjPyc&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: left;">Mas me assusta um pouco a morte de Chilton passar tão desapercebida. Por mais que ele não tenha mudado a história da música, é um talento a menos de uma época de ouro do Rock and Roll. Por isso, cada vez mais, tenho a convicção de que &#8211; mesmo levando o MOFODEU como um hobby &#8211; estamos fazendo um grande serviço ao Rock: o de não deixar que a memória desse gênero que tanto amamos se apague.</p>
<p>Alex Chilton, não se preocupe! Cuidaremos do seu legado por aqui!</p>
<p style="text-align: left;">Descanse em paz!</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/2HsRHfl1YT4&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/2HsRHfl1YT4&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
Uma das últimas apresentações de Alex Chilton com o Big Star<br />
Música: &#8220;<strong>Don&#8217;t Lie To Me</strong>&#8221; (álbum:<strong> #1 Record</strong> &#8211; 1972)</p>
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